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Estado de espírito
Caros leitores, O post abaixo pode parecer a muitos desconexo e incompreensível, mas no fundo encontro sentido para fundir dois textos em um.
O que se sente é pouco controlável. O que me mostram pode ser resultado de algo muito pensado. Sinto-me triste, não sei se por ausência ou se por insistência. ...mas achar-me triste já não é novidade para ninguém. Tenho muitas coisas para fazer e não posso ficar triste por muito tempo. A uma grande quantidade de atividades que preciso fazer. Este é o momento de aumentar o foco no trabalho. Ampliar a intensidade do meu estar no que faço e não esquecer que o trabalho não é tudo. Ter horário para entrar e sair. Realizar enquanto estiver ali mais do que jamais realizei. Buscar nisso a tranqüilidade para estar livre e inteiro quando estiver realizando outras atividades. Planejar minhas diversões. Viver as demais dimensões da vida. Construí-las com consciência e coração. É hora de alargar os termos, de ampliar as fronteiras.
O estado de perdição é vencido pela construção de um novo viver. Custa bem caro fazê-lo, mas se não quisermos olhar para trás no fim da vida e descobrir que não fizemos nada de interessante, nada de importante, nada de realizador e que nosso maior impedimento para a não realização fomos nós mesmos, precisamos trabalhar nisso hoje.
Escrito por Péricles às 19h42
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